Quando este autor juntou-se à FRELIMO em 1967, três grupos influenciavam os acontencimentos no movimento: o grupo de “Sulistas”, o grupo de “Nortenhos”, e o grupo de moçambicanos “Não-nativos”. O Grupo de Sulistas compreendia militantes originários de províncias ao Sul do rio Save, nomeadamente Inhambane, Gaza e Maputo. Tendo assegurado a liderança político-militar, esse grupo estabeleceu um nó intrincado para proteger e promover os seus interesses. …
CHEGADA AO CAMPO MILITAR DA FRELIMO EM NACHINGWEA
Éramos mais de meia centena de ex-seminaristas com qualificações invejáveis para os negros daquela época em Mocambique. Quase todos nós abandonamos o Seminário Católico de Zóbuè, para ingressar na FRELIMO em Tanzânia, frequentando entre o 1.º e o 6.º ano do Liceu. Ficou mais tarde provado que não havia vontade por parte da liderança da FRELIMO, de nos utilizar da melhor forma possível num movimento com …
UM PROCESSO DE RECONCILIAÇÃO NACIONAL GENUÍNO E INCLUSIVO COMEÇA DE BAIXO PARA CIMA
PARTE II “Presidente Chapo defende a paz, a reconciliação e o diálogo inclusivo como pilares fundamentais para o desenvolvimento de Moçambique”. Presidência da República de Moçambique em https://presidencia.gov.mz “Não se pode falar de reconciliação quando ainda estão vivas as feridas causadas durante tantos anos …
RESUMO 8
Capítulos 26 a 28 (último) de “O Seminário Católico de Zóbuè: Entre a Cruz e o Fuzil” O destino muitas vezes reserva surpresas inesperadas: não foram os seminaristas que abandonaram a vida sacerdotal e que deixaram Moçambique rumo à Tanzânia para lutar pela independência nacional …
